" Uma empresa, uma marca, que não estiver online e não fizer qualquer esforço para tentar chegar à actual geração net, dentro de alguns anos é como se nunca tivesse existido. A internet é já um dos meios mais fortes e o principal canal de comunicação dos grandes consumidores de amanhã"
Frank Feather: tem como máxima: "Pensar globalmente, agir localmente"
" As marcas terão forçosamente que mudar. As marcas vencedoras de hoje serão e-marcas, criadas online. Se as empresas não transformarem as suas marcas em e-marcas, então corem o sério risco de perder a quota de mercado e de as verem morrer."
Uma entrevista imperdível de se ler, para quem trabalha nos meios de comunicação online, e não só.
De uma forma simples, clara e objectiva Frank Feather dá-nos a conhecer a sua visão sobre a web evolution, e como as empresas na europa não acompanham o crescimento online, e as novas tendências de comunicação que começam a surgir na América e até na China.
Cada vez mais as empresas, enquanto anunciantes, deviam considerar alargar a sua comunicação ao meio internet, dado que este lhes permite uma comunicação mais segmentada, podendo chegar mais rapidamente ao público-alvo que pretendem atingir, uma comunicação mais global, interactiva, o potencial consumidor encontra-se á distância de um clique.
As empresas continuam a preferir a comunicação de mass, por um lado culpa do conservadorismo, por outro desconhecimento dos meios online que existem, também das agências de comunicação que ainda propoem pouco a comunicação nos novos meios, e continuam a preferir a televisão como meio de comunicação preferencial.
Frank Feather fala-nos em como a maioria das empresas não estão ajustadas á realidade web, e não se preparam para tal.
Trabalho em marketing directo, curiosamente, quando se consegue ultrapassar uma série de obstáculos com o cliente ou com a agência de compra, o problema surge da agência criativa, que por vezes não adequa a comunicação do cliente ao meio de comunicação onde a peça criativa vai estar presente.
Considero que já passamos a fase da evangelização da internet mas ainda temos muitas arestas para limar.
( os excertos foram retirados da Marketeer nº 128,2007, pág 40 e 41)

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